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Olha, não é nosso objetivo aqui nesse blog fazer resenhas de filmes em geral, mas somente aqueles que tenham uma coisa sexual a acrescentar… um tesão a aflorar rsrs.

Esse é o caso desse belo e ousado poema cinematográfico. Ele tem de tudo um pouco: beleza, romance, traição, coração partido, preconceito contra os gays, bullying, desafios, escolhas, juventude,  e…  muitas cenas sensuais pra curtir, sexo gostoso de se ver (de imitar até).

Nota: Nossas resenhas contarão sempre com os bastidores de onde e como vimos o filme. Serão críticas que ora estarão mais influenciadas pelo bombeamento de sangue mais para o cérebro (intelecto) ora mais para a região genital (tesão), ou quem sabe melhor ainda, um perfeito balanço dos dois.  Comentaremos se nos excitou, se os atores e atrizes são gostosos, se o diretor é criativo nas filmagens das formas do corpo, se a luz do fotógrafo valorizou coxas, bundas e rostos… se a pornografia implícita ou explícita pendeu mais para o poético ou para o ridículo. Tudo que os melhores críticos do mundo jamais fariam em suas revistas e jornais caretas. Mas também falaremos se nos emocionou, se ensinou algo, se consideramos  o enredo original e a conclusão inteligente.

Agradar cérebro e genitália ao mesmo tempo não é coisa fácil de acontecer, mas quando acontece, é muito bom e especial. Intelecto-sexual ou poético-sexual é uma prática tão única e importante quanto o sexo anal, o ménage… o cinema de qualidade é um dos meios que podem nos fazer chegar lá…Transar com uma professora de filosofia gostosa o outro..brincadeira!

Mas vamos ao filme.

O que mais nos chamou a atenção foi a menina Adele, nome da personagem e da atriz (Adèle Exarchopoulos)  Ela é surpreendente: não há um momento sequer em todo filme em que sua atuação pareça falsa ou forçada. Nos sentimos como verdadeiros voyeurs de algo que realmente está se desenrolando a nossa frente. Seja feliz, desesperada, melancólica ou transando cheia de tesão, ela nos parece completamente imersa e inteira no que faz, transmitindo uma veracidade a ponto de esquecermos que é uma atuação. Não possui uma beleza assombrosa, como Liv Tyler em Beleza Roubada por exemplo, parece mais uma daquelas meninas bonitas que encontramos no dia a dia, e talvez por isso mesmo, nos transmita uma sensualidade ainda maior pela veracidade da coisa. O diretor filma com muita naturalidade, muitos closes e cenas comuns da vida cotidiana, aumentando nosso sentimento de estar acompanhando a vida como ela é, com uma intimidade e proximidade quase física. Seu jeitinho de menina mesclado à sua sensualidade à flor da pele deixa o filme muito erótico. Ela é a lolita perfeita. Encanta quando mexe no cabelo desarrumado (uma constante em todo filme), excita quando mantém a boca semi aberta, nos desconcerta com seus sorrisos maliciosos e nos dá vontade de consolar e proteger com seus choros contagiantes. Frágil e delicada, poderosa e exuberante.

Mas não vamos esquecer sua companheira em todo filme que também é ótima atriz: Léa Seydoux.

Não é tão bonita quanto Adele, mas tão talentosa quanto e é sua contraparte perfeita. Mais velha e segura de si, é o primeiro grande amor dela. Nota extra importante: apesar de Adele ser mais bonita, notamos que os seios de Léa eram bem mais bonitos… são mais firmes do que os da Adele, que nos pareceram um pouco murchos. Nada que nos deixe brochados… (Só aqui você lê críticas tão detalhadas, importantes e profundas como as nossas). As bundas e coxas eram bonitas, de meninas, naturais, nada muito exagerado.

As cenas de sexo são cruas, sem música. Longas e viscerais,  mostram duas pessoas desesperadas de tesão, com vontade de se fundirem uma na outra. São também criativas, bem filmadas, com ângulos bons para xeretar e se inspirar.     

A relação entre as duas é complexa. Mostra as coisas como são, nada de muita firula ou conto de fadas aqui. Mostra como é dificil para uma menina homossexual se assumir, entender quem é. Mostra ela tentando ser o que se espera dela, ficando com um garoto que não a faz feliz emocionalmente e na cama. (minha mulher gostou do menino e da transa deles, eu notei rsrs). Vemos também que encontrar um grande amor não é o final feliz de tudo, mas apenas o princípio de novos desafios. A vida cotidiana delas demonstra que os demônios internos  atormentam tanto quanto os exteriores. Não há só o vitimismo em relação aos outros aqui, mas a realidade de que nós mesmos podemos ser o nosso maior desafio. Não é aquele tipo de filme de gays que somente coloca os protagonistas como oprimidos por uma sociedade preconceituosa, mas que mostra uma relação como outra qualquer, fadada a sofrer com os defeitos pessoais e expectativas dissonantes de cada um.    

Uma nota negativa para mim: não gosto de ver mulheres fumando, não acho nada sensual, pelo contrário, acho feio. E as cenas com cigarro são muitas, mas nada que tenha me tirado do clima sensual do filme. Mas seria melhor sem…  

O final é triste, mas muito bom. Forma um arco completo dos altos e baixos de uma história de amor. Vale a pena assistir não só pelo sensual, mas pela atuação magnífica das meninas.

Porque não ver um filme pornô de vez se queremos ver sexo? Ora justamente porque  a filosofia maior desse casal e desse blog é: a sensualidade combinada com o poético concedem uma eroticidade superior, uma classe deliciosa mesmo em coisas pervertidas… coisa que a tosquidão dos filmes pornôs jamais fará…para o romantismo erótico é imprescindível a inteligência. A metáfora, o subjetivo, o simbólico, o implícito e abstrato, a troca de olhares sutil, a complexidade da vida, as lágrimas e a dor…

Tudo isso é muito sexy!

O melhor de tudo foi que: minha mulher estava com tesão pela menina do filme e pelas transas gostosas. Pediu para ver de novo uma cena em especial onde as duas esfregavam as bucetinhas uma na outra de um jeito que nunca tinhamos visto. Falei que quero presenciar ela fazendo isso com uma ninfetinha bem linda como a Adele. Gozamos gostoso naquela noite, eu falando historinhas no ouvido dela de como a Adele a estava chupando bem forte.

Aguardem mais resenhas e histórias nossas pelo mundo cinematográfico…

 

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