Gente, Hollywood sempre nos diverte com seus filmes… difícil viver sem eles. Maaasss… a visão deles do sexo é sempre uma coisa antiquada. Enquanto que a violência parece que é ótima, não prejudicial,  tranquilo, sexo é sempre um tabú…ninguém fala, ninguém vê. Os heróis parecem assexuados, as fadinhas parecem ter coisa melhor pra fazer… Só existe uma levíssima sensualidade controlada. E como os filmes almejam que a censura seja livre, para a  bilheteria ser ainda maior, não restringindo o público, todos os filmes são infantilizados ao extremo. Até o “50 Tons de Cinza” vai ser censura 13 anos. Imaginem o quanto não vão tirar do livro.

Depois de ver  “Malévola” fiquei pensando o quanto esse filme poderia ser mais ousado… Angelina Jolie poxa, a deusa mais sensual do planeta… A história legendária de Malévola, a fada caída… a linda e loira princesa Aurora… E eles fazem um filme hiper bobinho, pros baixinhos! Ok, tudo bem, o filme é da Disney… que seja assim como é. Mas nós aqui do Sexo Criativo decidimos pegar esses roteiros e re-imaginá-los do jeito que nos bem entender… O filme que gostaríamos de ver, fosse o mundo um mundo onde o sexo é a mais pura das brincadeiras. Esse será o primeiro de muitas “insexuações” de roteiros assexuados. Aproveitem e mandem sugestões…

 

 

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A fada mais bonita que já existiu nasce no reino encantado e puro de Moors. Malévola é seu nome. Cresce em um meio extremamente pudico, mas com o tempo se mostra uma fada extremamente precoce e sensual. Aos doze anos é pega por uma das fadas educadoras num gesto que parecia ser de masturbação: nenhuma fada tocava em suas intimidades não fosse por motivos higiênicos. Isso era assim porque desde sempre as fadas eram encantadamente  frígidas e assexuadas, a pureza das purezas divinamente impressa e selada. As fadas tradicionais reprovavam quase tudo na conduta de Malévola, seu jeito de andar, seu olhar de quem esconde algo, sua temperatura acalorada – um desprendimento rítmico que incomodava… tentavam educa-la dentro da moral e os bons costumes do reino, evidenciando o destino inexorável e abençoado de todas as fadas de seguir essa dourada conduta de abstinência sensorial e de abdicação de qualquer vaidade. Mas…ela era a única fada que andava de saias curtas com as coxas bem torneadas à mostra e que claramente preferia as cores negras e os trajes góticos ao invés dos alegres tons saturados das outras. Se todas as outras fadas por dentro de seus longos vestidos escondiam corpos quase que descarnados, Malévola transbordava em curvas perfeitas, em exuberância de contornos, em uma inesperada e rígida musculatura… Sua boca de lábios inumananente grossos e rubros pareciam ser um convite perpétuo para algo sexual, pervertido.  Malévola exalava sensualidade por todos os poros.   Assustava as outras criaturas mais doces que nunca tinham visto alguém assim… mas também causava furor e curiosidade em outras, que tinham suas libidos despertadas por sua presença quando passava. Ela acendia o reino de uma maneira diferente e visceral, nunca antes experimentada. Novas luzes pareciam sutilmente se precipitar sobre todos causando a erupção de novas cores mais magnéticas. Os aromas locais pareciam mais elétricos, buscando movimento… Ela era um vulcão descomunal o qual as pobres fadinhas-mãe tentavam impedir a erupção com peneirinhas de bom senso no imenso e esfumaçado cume. A combustão interna daquela fada-ninfeta parecia inextinguível…algo terrível estava por vir.

A menina cresce e torna-se uma jovem ainda mais bela…Suas asas a elevam acima das nuvens, seu lugar preferido para se masturbar, longe do olhar reprovador das mais velhas e castas, que nunca tiveram curiosidade, coragem ou necessidade de experimentar o sexo, conhecer o prazer que o próprio corpo podia proporcionar. Ela agora pegava em sua vagina como bem entendia, sentindo os sucos gloriosos de seu desejo fluírem sem pudor ou restrição…As fadas tradicionalmente se reproduziam por sutis encantamentos, nunca pela baixeza da carne como os humanos. Não existia ninguém naquele reino com um pênis, pelo menos não com um corpo humano para acompanhar. Dessa maneira, a menina Malévola era inevitavelmente virgem, e costumava apenas se masturbar com seus dedinhos energizados com seu poder.  Ela amava aquele lugar onde nascera, mas sentia também um certo tédio, uma artificialidade permanente produzida pela conduta de tons não espontâneos de suas criaturas. Parecia que todo mundo ali era contido, travado, incapaz de se expressar por medo de quebrar uma pureza que por certas vezes era mais opressiva do que encantadora. Certas belezas são horrores velados!

Malévola caiu moralmente, como um anjo caído, porque amava o sexo acima de tudo. Sentiu a pureza daquele lugar como um fardo, uma delicadeza insuportável, uma moral castradora…Dois enormes chifres precipitaram de sua cabeça, indicando que em sua mente  habitavam acima de tudo a luxúria e a vontade inebriante e incessante de conhecer o coito, assemelhando-se com qualquer outro animal selvagem além de Moors. Ela era infinitamente “horny”, pronta e preparada para a orgia da carne em todas suas variações e contrapontos possíveis…Faltava a oportunidade de sua vida sexual ser outra coisa além de auto-erotismo.

E o dia chegou…

Malévola certo dia encontra um humano banhando-se nu no rio principal de Moors. Aproxima-se inebriada pela beleza do menino, corpo esbelto de pele viçosa, com uma tez rosada e imaculada. Ao ver o belo corpo de Malévola e suas belas pernas à mostra, o jovem tem uma ereção imediata. Fascinada pelo pênis ereto e vigoroso à sua frente, inflado de irado sangue pronto a explodir, o primeiro que vira em sua vida, a fada mais ousada que já existiu não consegue se conter… ataca o menino com um grito de desespero, ignorando as apresentações civilizadas de praxe, e projeta sua boca no membro em riste para  fazer seu primeiro sexo oral, saudando seu primeiro encontro com a carne que poderia finalmente penetrá-la. Extasiada em sentir o membro rochosamente endurecido e quente dentro de sua boca, a fada parecia já ser uma especialista na arte de chupar, molhar, ensopar e conduzir o ritmo do vai vém na mais perfeita cadência. O menino sentia-se no céu… e em segundos, isso seria literal!

Malévola agarra o corpo nu do menino, bate suas enormes e negras asas e o leva para um voo, e é lá, no céu que a fada perde sua virgindade finalmente. Era um dia de sol, sem uma única nuvem no céu, e por isso todos no reino puderam ver Malévola sendo desvirginada pelo desconhecido humano. Seus gritos de prazer e luxúria despertaram a todos de seus afazeres e no reino havia só aquela cena erótica cheia de gemidos explicitamente acontecendo à vista de todos no céu azul e infinito. O vai e vem dos corpos possuídos e o bater de asas de Malévola iam ficando cada vez mais frenéticos até que um orgasmo poderoso veio no corpo dos dois…Uma abóbada azul de energia explodiu e o grito infinito da eletricidade do gozo da fada reverberou nas moléculas de todos os seres daquele reino… Malévola não era mais virgem… todos sabiam e só pensavam nisso naquele momento. Como a fera que degusta o sangue pela primeira vez e se transforma, ela jamais pararia de perseguir suas presas… aquilo era o que sempre sonhara.

Para as outras fadas, mais antigas e castas, aquilo foi a gota d´água. Temendo a corrupção do reino, antes perfeito e dourado, pela influência perniciosa da lasciva Malévola, que com sua libido descontrolada parecia tudo macular, tomaram a sensata decisão de expulsá-la de uma vez por todas e cortar suas asas para que não mais voltasse.

Aos prantos e destruída, Malévola procura a ajuda do menino que a fez mulher. Ele fica com medo dela, e diz que não pode acolhê-la em seu reino (ele era filho do rei).

Ao contar a história para seu pai, o rei, este lhe aconselha a evitar esse tipo de mulher fácil, que transa na primeira vez por amor ao sexo. O menino compreende que apesar de ter sentido prazer, realmente aquilo era sujo e feio, e aquela fada não era um ser que pudesse virar sua esposa, não merecia respeito. Os dois, pai e filho,  ficam encantados com a atitude das fadas que a expulsaram, mostrando o valor e a magia daquele mundo.

O reino encantado de Moors volta a ser um lugar casto onde o sexo é visto como uma coisa suja e imoral.  Sem a presença de Malévola, tudo volta a ser como era antes, para alívio de todos seus moradores. Ninguém sabe do paradeiro de Malévola.

O menino “estuprado”, filho do rei,  cresce e tem uma filha com outra mulher, sua esposa, uma mulher de respeito. Preocupado com o crescente liberalismo do mundo humano em relação a sexo, o menino que agora é homem maduro e rei decide que sua filha será criada pelas puras fadas de Moors. Aquele acontecimento impuro no passado com a esquizofrênica fada caída, não tinha sido por acaso. Era um aviso de que a pureza ainda existia e tinha suas guardiãs. Ele nunca esquecera a reta conduta das fadas expulsando a sujeira de seus reino, mesmo que sendo de sua própria família, mesmo com o sofrimento infinito que deviam ter sentido. Eram um exemplo, um farol na escuridão do mundo…

 

E assim foi.

O fato propicia  a união dos dois reinos e faz apagar o mal estar causado por aquela horrível cena de sexo que deixou um sabor amargo nos dois povos. Mostrando essa confiança nas fadas, tudo seria harmonia entre os dois reinos vizinhos e a pureza das fadas seria epidêmica, sendo a norma no mundo humano também.

 

O nome do bebê era Aurora, e iria morar com as três fadas mais sábias e castas que já existiu. Mas no lindo batizado, onde seria oficializado a custódia das fadas para cuidarem de Aurora, Malévola aparece do nada e coloca uma maldição na recém -nascida: ela cairá num sono como a morte aos 16 anos, e só será despertada se sentir um tesão descontrolado e verdadeiro por alguém que não ama. Todos acham aquilo ridículo, um último desespero e ineficaz ataque da perturbada e esquecida Malévola, rancorosa que estava do que aconteceu no passado. Ninguém a respeita mais, e o pior, ninguém a teme… por de trás, a chamam de “a grande puta”, a vadia que se perdeu, que não soube dar valor ao lugar onde nasceu, sua tradição e aos seus costumes, e por isso nenhum valor mais tem…

 

Os anos passam e ninguém mais se lembra da maldição. Aurora cresce linda, loira, pura…branca em tons de brancura nunca antes alcançados, puro reflexo de toda luz que existia no mundo. 5.000 tons de branco ou mais. Seus cabelos,  o próprio sol encapsulado sem perder um fóton sequer de seu poder. Todos sentem sua pureza infinita e são enlevados por sua santificada meiguice. O reino nunca tivera antes um grau tão profundo de inocência e transcendência. Ser mirado por ela era habitar em epifania, alcançar um breve Nirvana. Por todos os lados os bichinhos reverberavam em uníssono essa faixa vibratória de elevação e pureza que vinha dela… Depois do caos, a bonança…nada mais perturbaria a paz do reino.

Ledo engano…

A coisa acontece: aos 16 anos, a linda Aurora é perfurada por uma agulha de uma roca de fiar e cai num sono profundo.

 

Ninguém sabe o que fazer. Maldita Malévola! Sua maldição funcionara…

Todos os médicos humanos são chamados para usar todos os seus conhecimentos e todas as criaturas mágicas convocadas a tentarem todos os seus encantamentos e sortilégios…. mas de nada adianta. A linda menina dourada dormia, profundamente, alheia ao mundo… só havia a paz mórbida e o silêncio opressor de seu inexpressivo corpo. O coração incoerentemente batia emoldurado pelo inerte contorno, mas a beleza parecia ainda maior. Notava-se em todos os moradores do reino das fadas e do humano, a dor insuportável, os olhos encharcados pelo pranto desesperado, a saudade infinita que tinham da menina santa, a insuportável sensação de impotência, de nada poder fazer para ajudar.

 

Alguns meses passaram, mas nada mudou…

 

Todos tinha na cabeça, secretamente, sem externamente expressar, a lembrança das frases profanas de Malévola. O que faria a menina despertar.  Ninguém tinha coragem, ou a indecência necessária, de tocar no assunto. Mas não pensavam em outra coisa. Estava no ar, era a conversa única e velada,  que acontecia acaloradamente em silêncio, apenas nas expressões de quem sabe de algo mais não pode dizer. Gritos mudos que não podiam escapar da gaiola moral…

Apesar de maldizerem o sexo, todos no reino queriam muito que a Aurora despertasse e ficam imaginando o que faria aquela menina tão pura sentir tesão. Cruamente e sem rodeios, era essa a melodia sinistra que ocupava inteiramente a mente de todos.

O pai da menina em segredo pensava que preferia ver a filha morta, do que vê-la com tesão! Ainda mais por alguém que não amava … Não era coisa de menina direita. Mas ficava aliviado em pensar que aquilo seria de qualquer forma impossível, sua filha era a encarnação da renúncia, da ausência total de intention fornicatum.

Alguns meninos bonitos e inteligentes são levados perto de Aurora e lhe dão beijos românticos com delicadeza. Não havia um só menino da idade próxima a de Aurora que não fosse perdidamente apaixonado por ela. Isso era fácil…era óbvio. Ninguém no reino rivalizava com sua beleza, juventude, alegria e bondade. Então estar apaixonado por ela, amá-la profundamente era um estado intrínseco, imediato, inerente a ser um rapaz. Mesmo ela estando assim, nesse estado, meio morta…

Mas os beijos efeito algum provocavam. Mesmo se Aurora retribuisse ou sentisse amor verdadeiro, não era aquilo que causaria o  fim do encantamento. Estavam se enganando, sabiam disso. A bruxa desgraçada pronunciara em alto e bom som aquilo que o faria. Mas pelo menos tinham tentado, do modo sutil e meigo, puro e delicado que condizia com aquele anjo. Um beijo também poderia ter causado tesão… Todos os meninos sentiam-se derrotados, insuficientes…impotentes!

O pai estava incomodado. Foram mais de mil beijos na boca da menina inerte. Não era agradável ver a fila que se formava… a terrível e ineficaz sequência de beijos em vão.

A esperança então acabou, foi numa manhã de outono. Começaram a diariamente depositar flores envolta de Aurora, antes de irem trabalhar ou viver seus cotidianos. Virou um ritual.  Conformaram-se em tê-la como uma estátua no meio da praça principal da cidade, uma escultura orgânica, viva e de coração pulsante, a amada Aurora. O sol da cidade.  Rezariam por ela todos os dias e agradeceriam por ter sua presença abençoada.

 

Não tão rápido nossa história termina… atreve-se quem não tem bom senso a continuar a ler. Se você tem moral e ética e respeita seus ouvidos (seus olhos e neurônios) pare agora, deixe essa história onde está e lembre-se dela assim. Onde a palavra “abençoada” encerra a última frase do parágrafo acima, jaz o único final possível para essa vil história, o único final que empresta alguma elegância à ela. A perversão da história que segue abaixo, se você deixar seguir,  pode vazar para sua vida. Você está Avisado! É seu livre arbítrio ler ou não ler…

 

 

Ainda aqui? Insensatamente então continuemos…

 

Pessoas mais ousadas decidiram agir… perderam a paciência sem ter perdido a esperança! E o improvável, o absurdo, o bizarro acontece… o despero traz a irrazão às sanidades, verte-as ao calabouço da loucura!

 

Da doce menina adormecida, começaram a  levantar a saia, puxar a calcinha e deixar os seios à mostra na calada da noite, e em plena praça passaram a fazer com que meninos e seres encantados chegassem mais do que perto dela, para que quem sabe um dia despertassem o tesão em Aurora. Tudo feito com um controle absoluto. Existia um método decente em toda aquela loucura imoral. Somente um propósito nobre os guiava…  Deixavam que um dedo de cada menino, de leve, esfregasse com doçura o clitóris santificado de Aurora. Para despertar tesão teria que ser um tesão mútuo, raciocinavam, porém muitos no reino de Moors a viam como uma santa e não a viam com desejo, mas apenas reverência. Mesmo os meninos humanos mais repletos de hormônios a viam como uma pureza perfeita e sua pele rosada e seus pequenos seios não despertavam a libido deles. A amavam isso sim, mas não bastava…E o que dizer de Aurora que era absolutamente assexuada? A missão de um tesão mútuo sem amor parecia impossível. O pai nunca ficara sabendo do que o povo estava fazendo. Todos temiam a fúria do rei que já se conformara e pensava só em assuntos políticos.

 

Um corvo observa curioso ao longe, a procissão de meninos dia após dia… Alguns tentam  sugar os seios, mordiscar a nuca… nada. Tudo é feito com respeito e medo. Ninguém acha certo aquilo, mas ao mesmo tempo acham… Estão todos a se sacrificar por Aurora. Um conflito interno os persegue… Queriam que ela despertasse, mas ao mesmo tempo se enamoram de sua inviolável pureza. Desejo não faz parte daquele ser… tesão, palavra que não cabe na realidade daquela loirinha linda…

 

Mas um dia, a bruxa linda veio… e a coisa agora embrutece colossalmente… Não há como contar de outro jeito:

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Vendo tudo o que acontecia de longe, Malévola se excitou com as pernas expostas da doce Aurora, o clitóris sem pelos, os mamilos perfeitos…  e sentiu sua própria vagina ensopar-se. Só Malévola era perversa o suficiente para aquela perversão: sentir tesão por uma menina tão pura e desfalecida. Aproximando-se da menina, causou grande alvoroço e manifestações violentas de reprovação de todos. As asas gigantescas que batiam excitadas causavam um furacão, o vento afastava todos de perto…ninguém podia proteger Aurora. Mas, quanto mais perto chegava a gostosa bruxa, mais todos percebiam que o corpo de Aurora parecia finalmente ter reações. As pernas da menina se mexiam, abriam-se docemente para os lados… Era o cheiro do sexo de Malévola que estuprava subitamente as narinas da loirinha… era o tesão que chegava?

Malévola tirou sua própria roupa deixando o corpo escultural à mostra,  e ainda voando, plainou lindamente sobre Aurora, roçando bem de leve, com uma doçura comovente, um clitóris no outro… montou então com fúria sobre a loira, paralisando as asas e deixando todo peso do corpo se expressar e deu um beijo extremamente molhado de língua, enquanto suas coxas grossas e musculosas roçavam nas de Aurora. Todos ficaram ainda mais perplexos quando Aurora despertou… A menina linda e loira começou a gemer com os beijos e o sexo de Malévola esfregando no seu. Tesão… elas não se amavam… trepavam, com toda a vontade e certeza desse mundo.

Todos assistiam assustados… Alegria pelo despertar, mas horror pela lúxuria…Será? Algo inesperadamente começou a mudar dentro deles… um certo tempo depois a cena passou a ser sensual, lúdica e natural à todos. Estimulados pela beleza daquele sexo lésbico e maravilhoso, daquelas duas lindas fêmeas se comendo sem culpa, todos começaram a transar em volta. O corvo que acompanhava Malévola virou um homem moreno, alto e musculoso e penetrou em Aurora pela primeira vez. Ela deu um gritinho de dor, mas foi passageiro. Logo vieram os gemidos de deleite sufocados pelo sexo de Malévola que se esfregava em sua boca. Seu primeiro dia de sexo também era seu primeiro mènage. A menina chupava a vagina de Malévola com um furor absurdo, mas que arbitrariamente tinha elegância e pureza, e era penetrada por aquele macho maravilhoso que vasculhava as profundezas de sua gruta com seu enorme falo mágico. Assim foi…

 

E tudo mudou….

 

Parece que de repente todos entenderam que o sexo era puro. Se alguém inocente como Aurora podia sentir e manifestar toda aquela volúpia sexual e se o sexo em si a salvou daquela morte em vida, só podia ser uma coisa boa. Inocência só pode gerar inocência impressinaram em seus neurônios.

O conceito de todos mudou… O sexo agora era uma brincadeira divina, cheia de leveza,  um ato transcendente, inocentado pela pureza inquestionável da libido da fada Malévola e da princesa Aurora..

A fada negra de chifres nua com a fada loira e angelical, selaram o novo status do sexo como coisa decente, pura e bela.

E todos viveram excitados para sempre no mundo mágico de Moors e dos Humanos.

 

Moral da história: essa história é totalmente sem moral…

 

About The Author

Sou um cara que ama criatividade em todos os setores da vida, principalmente no sexo. Sempre pronto pra inventar e experimentar coisas inusitadas, quebrar padrões e expandir a realidade. Tudo junto do amor da minha vida, porque só assim que tem graça.

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