Aconteceu gente!!! Para quem acompanha o site sabe que já faz tempo que tínhamos vontade de fazer esse ménage diferente, com uma mulher transexual. Demorou, mas a coisa rolou finalmente.    

Não gosto do termo “travesti” porque pra mim tem um ranço pesado da época que eu tinha preconceito. Sim, devo confessar que houve uma época em que eu achava essa coisa de homem modificado ou mulher falsificada, algo pra lá de bizarro. É importante que eu conte isso para vocês verem como uma cabeça pode mudar… De horror a tesão. Temos preconceitos herdados ou simplesmente porque algo não nos é familiar. Latimos e rosnamos para o que nos é desconhecido. Adoro fuçar e revirar todos meus pré-conceitos…

Dito isso, vocês podem acompanhar como foi o processo desse assunto ter surgido no casal nesse post: MÉNAGE INÉDITO         

Minha mulher também confessa que achou bizarras as minhas insinuações de chamar uma trans. Há 5 anos, nem eu nem ela, acreditaríamos que isso aconteceria ou que sequer cogitaríamos tal coisa.  

Era uma quarta-feira,  quando no balcão do chique hotel em Moema, pedimos pra avisar Camila, a trans, que estávamos na portaria. Ela autorizou subirmos. Um executivo entrou no elevador conosco, todo bem vestido, um terno todo alinhado,  dei uma risadinha quando ele nos cumprimentou. “Mal sabe ele para onde esse casal doido está indo” pensei. Será que a mulher da recepção sabe? E o segurança que liberou o elevador com um cartão? Eu ficava olhando pra ver se alguém desconfiava… Viagem de quem tá fazendo coisa errada rsrs…

Nosso andar chegou e fomos caminhando por um longo corredor até achar o nosso número. Toquei a campainha e ela abriu bem rápido. Primeira impressão foi a melhor possível. Gata, inegavelmente gata. Sempre dá um medinho de que as fotos são manipuladas ou captadas naqueles ângulos milagrosos que são totalmente enganosos. Não. A criatura era bonita de rosto e de corpo… Delícia! Um medo a menos… Ainda haviam vários.  

Um incenso estava lá queimando (que sagrado esse momento, só que não) e uma música eletrônica soando pelo iPhone dela. Ela perguntou dançando se curtíamos a música. Parecia que tinha uns 20 anos, por aí.    

Essas coisas sempre começam artificiais e forçadas. Temos que começar logo porque o tempo já estava contando. 1, 2 e 3, tenha tesão e esteja pronto. Tirei só o tênis e fomos os três para a cama. O quarto era bonito e espaçoso. Sabemos por experiência que a coisa vai ficando sensual aos poucos…        

Ela era delicada, uma boca carnuda e desenhada, linda… Um cabelo perfeito. A lingerie que vestia era bem chique e realçava o corpo perfeito. Minha mulher estava com um vestidinho azul que adoro. Ela fica um tesão nele. Realça as coxas grossas e torneadas que eu amo tanto. Uma morena e uma loira… Eu estava bem!  

A primeira coisa que rolou foi um beijo na boca das duas, ajoelhadinhas na cama. Fiquei admirando porque morro de tesão de ver minha mulher beijar outra mulher… Outra mulher…Opa!  Mas aí a Camila tirou a roupa toda, ou melhor, a lingerie toda, e eu vi com esses olhos que a terra há de comer que a doce menina estava armada de verdade. Não é que ela tinha mesmo o troço? Desde o primeiro contato na porta, até as primeiras conversas lá no quarto, nada me fez lembrar que estava prestes a ir pra cama com uma trans. A aparência dela, vestida, realmente fazia a coisa ser esquecida… Juro que esqueci! Ou não parecia ser verdade de fato. Tipo aquelas coisas que só vendo ao vivo mesmo você se dá conta que existe. Era uma garota linda poxa…

Mas lá estava a verdade nua e crua, ainda flácida, mas inegável.

Aí pedi pra minha mulher o que eu vinha imaginando há muito tempo e que me enchia de tesão só de pensar: vê-la chupando uma trans!

Ela pediu para Camila colocar a camisinha e logo pude ver essa cena surreal, colossal, traumatizadora, mas acima de tudo deliciosa: a boquinha linda da minha gata indo e vindo no pau daquela outra “gata”, que a princípio mole e tímido, foi ficando duro devagarzinho, revelando sua potência pouco a pouco como num filme de suspense que não revela todo o tamanho do monstro de imediato… Sei como é a circunferência da boca da minha gata quando me chupa e pude ver que o raio estava um pouco mais extenso! A boca tinha inegavelmente  que abrir mais pra abrigar! Isso não só não me incomodou, como me deu mais tesão: ela vai adorar dentro dela! Escolhemos pelas fotos uma que tinha o pênis mais grosso que o normal, mas não absurdo. Tinha que ser uma experiência diferente em todos os sentidos.

Aí fiz valer o que tinha combinado com a trans durante as negociações pré encontro: que eu poderia filmar a transa. Ela concordou desde que não mostrasse seu rosto. Sou uma pessoa que absolutamente ama registrar tudo… Não me venham com “Ah, curta o momento, esquece esse troço de filmar”… Ter filminhos de nossas aventuras sexuais faz os orgasmos se multiplicarem e o momento ser levado pra casa e repetido quantas vezes eu quiser…

Sim, hoje não é só memória… Algo débil e apagado que com o tempo some mais e mais da cabeça. Eu tenho minha gata chupando a Camila. É meu para todo sempre. Uma preciosidade. Assim que cheguei em casa, escondidinho, bati uma assistindo! Isso nem ela sabe, pois já estava dormindo. Vai saber agora quando ler isso rsrs…

Mas voltando ao momento, aquele quarto… Quanta perversão meu Deus! Quanta coisa errada, quanto tabu dilacerado em poucos minutos. Camila segurava o cabelo da minha mulher para eu ver seu pau grosso sendo chupado, e mexia os quadris num vai e vem como quem mete. Eu filmava com uma mão e com a outra apertava a bunda e as coxas da Camila.   

Eu fui incluído na transa que oficialmente virou um ménage quando minha mulher tirou a boca do pau da Camila e veio para o meu. Ô delícia! Como adoro o jeito que ela me chupa, dá mordidinhas e lambuza tudo. E pedi para Camila me beijar. Como é bom uma boca em cima e outra embaixo simultaneamente. Dá uma sensação de não faltar mais nada na vida rsrs.

Camila então chupou um pouco meu pau enquanto eu beijava minha mulher. Uma troca rápida de posição.

E aí chegara a hora… Todas as preliminares deliciosas já haviam sido feitas. Minha maravilhosa gata chupou Camila mais um pouco para seu pau ficar bem rígido e então ficou de quatro para ser penetrada. Primeiro fiquei pertinho do rosto dela para acompanhar as feições de prazer e depois dei uma circulada por elas para ver de todos os ângulos. Peguei a bunda da Camila que se mexia no vai-e-vem de comer minha mulher. Beijei ela um pouco e depois voltei para o rosto de minha mulher. Eu queria ver de todos os lados. A coisa estava acontecendo! Surreal…           

E depois de meter em minha mulher, ela disse: agora você! Minha mulher entendeu que ela estava oferecendo pra eu substituir a Camila, que estava metendo, para então eu mesmo meter em minha mulher. Mas eu acho que não foi isso que ela quis dizer… Ou não foi isso que eu entendi… De qualquer maneira, disse um não imediato e categórico. Minha mulher entendeu que eu não queria meter nela porque a tenho sempre em casa. Falou isso brincando para a trans, que estou enjoado. Já eu que entendi outra coisa, fiz cara de horror…  “Agora você”… Que medo! Vocês entenderam o que eu entendi?  Isso eu não topo, vontade zero! Sorry! Não é minha praia, nada contra!

Um pequeno grande fato que quase me passou desapercebido, que fingi que não aconteceu: beijei um homem! Eu que tenho tendência homossexual ou bi-sexual zero, tenho muito nojo de homem – real repulsa em pensar em encostar em um – não posso deixar passar que no sentido genético da coisa, ou de registro de nascimento em cartório, eu oficialmente perante a lei beijei sim um homem. Mas que homem é esse Deus meu!?

O mundo está virado mesmo. As trans de hoje são mesmo mulheres com pau.

O fato mais curioso de tudo é que não me causou estranheza alguma aquela menina linda ter um troço grosso e comprido daqueles no meio das pernas. Não tive vontade alguma de por a mão, mas não é que aquele ser ali parecia totalmente natural? Nascido assim mesmo? Saído da barriga da mãe… Uma obra pura da natureza mesmo. Uma mulher com pênis! É isso, poxa, e nada mais. Assim como existe homem e mulher, existem as trans… Fiquei chocado de como aquilo não me chocou em nada!

Claro que existem por aí as que parecem muito mais homem que mulher, trans não tão perfeitas quanto essa. Mas olha, com o que a medicina proporciona de tratamento hormonal hoje em dia, um novo gênero foi realmente criado. Travesti me soa aqueles antigos, homens vestidos de mulher. Isso que eu vi é algo além, muito além. É uma novidade do século da manipulação genética. É uma trans, transgênero, transcende a definição que temos de mulher e homem para ser mesmo um terceiro sexo. Não parece em nada algo falso…

Como fica a cabeça de um homem quando vê uma mulher linda com um pênis pontudo e ameaçador? Se implantássemos um pênis na Bruna Marquezine, igualzinho como ela é hoje, seu tesão sumiria de imediato? O uma ambiguidade desconfortante e atraente te assombraria de repente? “Não posso ter tesão mais por ela, não posso…” De repente aquelas coxas perfeitas perderiam a validade?

É fato… Hoje em dia existem trans capazes de excitar um não gay.

Gozei do jeito que eu mais gosto: olhando as duas dando um delicioso beijo. Camila me deu uma mãozinha amiga… E assim se encerraram as atividades e fomos embora. Eu olhando as pessoas do hotel para ver se sabiam o que tínhamos feito.    

 Foi perfeito? Não foi. Longe de querer enganar vocês, quero contar tudo como realmente aconteceu para não ser mais um desses sites marketeiros que vendem uma vida cor de rosa só pra se auto valorizar. Queremos que vocês evitem certos erros e aprendam com nossa real experiência…

Um fato interessante é que a maioria das trans não aceitam casais e o motivo é um só: elas realmente não curtem mulher, nem profissionalmente. Perdi a conta de quantos “nãos” eu levei. Escolhíamos uma que nos agradasse mutuamente, mas quando ia perguntar o preço para casal no Whats App era informado secamente: “não saio com casal”. E a maioria das que saiam, falavam a seguinte pérola: faço tudo com sua mulher, menos chupar. Uma pediu que eu fizesse uma oferta generosa pra ela concordar em sair, disse que não tinha tesão por mulher e seria a primeira vez, se eu pagasse bem.

Mas por que falo isso? Sentimos que ela não estava tão confortável, principalmente com minha mulher. Talvez por ser muito nova e sem experiência, a coisa não foi tão natural, excitante ou visceral como poderia ser.  

Mas aprendemos só com a experiência. É essencial perguntar com muita insistência se a trans fica a vontade com uma mulher. E jamais insistir em sair com uma que já de cara diz que não curte.

Ainda sim, o visual da menina era e é incrível. Uma “boneca”! Não no sentido de traveco, mas no sentido de lindeza mesmo, assim como dizemos pra uma garota perfeitinha. Nada nela dizia que nasceu menino…. A não ser o pequeno grande brinquedo!

Vamos então fazer as contas: primeira vez que vi um pau numa mulher na minha frente! Primeira vez que vi minha mulher chupar outro pau que não o meu! Primeira vez que vi minha mulher dando pra outro que na verdade é outra (ou é ao contrário?). E não sei se vale, mas tá valendo: primeira vez que beijo um homem, ou eufemisticamente, uma mulher com pênis, ou um homem com peito…. Ufa… quantas primeiras vezes.

Como é bom fazer algo assim… Se meu “eu” passado soubesse disso ele ia pirar e me xingar de tudo quanto era nome. Como a vida é interessante pra quem não se engessa, não se coagula em nada! Só existem cabeças monótonas e não vidas monótonas. Falei?  

Acima de tudo esse texto é uma homenagem à coragem da minha mulher de experimentar coisas diferentes. Coragem gigante mesmo de quebrar tabus tão fortes e arraigados, para fazer da vida um eterno e prazeroso experimento, e não algo aborrecido e já pré-definido… Ergo aqui mil champanhes saudando esse espírito nela, de tentar, mesmo com medinho e mil pontos de interrogação e exclamação, ampliar nossas possibilidades de diversão e alegria. Te amo demais…  

Valeu muito a pena…

             Um brinde a todos vocês que tem coragem de sair do trivial!