Gente! Olhem que presentão! Nossa leitora nos mandou um relato quentíssimo de como foi seu primeiro ménage! Eu amei! Fiquei muito feliz quando recebi o email dela dizendo que o site a ajudou a realizar a tão sonhada aventura!

Deixo vocês em ótima companhia! Aproveitem!

Pensei inúmeras vezes em colocar o título desse texto de “Sou mãe e fiz um ménage”. Mas, parei e pensei o preconceito que eu mesma traria de colocar essa informação em primeiro lugar, porque sou daquelas que não gosta de rotular uma mulher antes e depois da maternidade.

Porém, pensando bem, esse foi um dos primeiros comentários da “Loira dona desse blog” depois que começamos a trocar e-mails e falei que tinha um filho pequeno e ainda assim eu e meu marido estávamos pensando em um ménage… Comentário esse totalmente positivo:

“Parabéns por não colocar seus desejos de lado nesse momento tão diferente que você vive…porque a grande maioria o faz e acaba tendo uma vida frustrante e sem cor… Como é bom saber que é possível ser uma ótima mãe, santa em seu amor e proteção,  e ainda sim uma mulher “safadinha”,  indo atrás de novos sabores para seu corpo e espírito…”

Partindo daí, já que o primeiro intuito desse texto é mostrar que uma mulher não deixa de ser mulher e ter desejos depois de ser mãe, ta aí, não como título, mas quase como um grito de independência:

SOU MÃE E FIZ UM MENAGE!!!!

Ufa, depois desse desabafo sei que da curiosidade de saber o antes, o durante (principalmente) e o depois do nosso ménage.

Senta que a história é longa!

Meu marido, acho que como todos os homens (nesse ponto generalizo mesmo, rs) sempre teve vontade de fazer sexo com duas mulheres. Jogava essa historinha todas as vezes que podia em nossas conversas, todas refutadas por mim sem pestanejar. Porém, segundo ele, eu deixava escapar, algumas vezes, algo que o dava esperanças. Acho que o fato de gostar de ver vídeos com duas mulheres era o principal deles (mas pra mim era só pelo fato de que duas mulheres juntas se preocupam muito mais uma com o prazer da outra do que um homem e uma mulher, em vídeos de sacanagem, claro).

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Mas, um belo dia, a história antes refutada começou a ser aceita, aos poucos. Disse que toparia beijar (coisa que nunca fiz nem na adolescência, mas que não via problema algum), depois dar uns amassos daqueles mais ardentes e, aos poucos, fui dizendo que toparia um ménage, assumo que ainda não tão certa disso.

A partir daí comecei a buscar matérias sobre ménages, casais que fizeram, experiências positivas e foi assim que cheguei aqui, no Sexo Criativo, e li o relato DELA e DELE sobre o primeiro ménage. Amei, muito, muito, a sinceridade de tudo que estava ali e minha curiosidade e vontade só aumentou (tanto que mandei um e-mail pedindo o contato da garota de programa…).

Comecei a ficar fissurada no assunto: lia tudo que aparecia, pesquisava, via fotos, vídeos… Eu e meu marido conversávamos disso como algo distante, não sabíamos se queríamos com alguém que não fosse profissional ou com uma GP… até que percebemos que com uma GP seria a melhor opção, pelo menos para uma primeira vez… mas, a insegurança com inúmeros fatores nos fez desistir mais de uma vez de datas que poderiam dar certo.

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Não era pra ser. Nos quase três meses que durou tudo isso amadurecemos a ideia, trocamos de GP preferida alguma vezes e quando, finalmente, batemos o martelo que aconteceria escolhemos a Julia, uma menina baixinha, com um corpo lindo, natural e que depois descobriríamos que era uma simpatia em pessoa!

Coincidências do destino fez com que conseguíssemos um ótimo dia para nosso primeiro ménage! Chegou, ele ia acontecer! Era real! Pudemos aproveitar a manhã nos aquecendo para aquele início de tarde tão esperado. E como nos aquecemos: o desejo estava à flor da pele! A medida que a hora ia chegando, entretanto, o nervoso tomou conta da gente, mas nunca nos passou pela cabeça desistir! Era aquele frio na barriga de antes de qualquer primeira vez na vida: ruim, mas bom!

Meu marido ainda tinha medo que eu sentisse ciúmes e eu ainda tinha medo de não gostar de alguma coisa… BOBINHOS!

ATO 1

Chegamos ao flat que a Julia atende e a primeira barreira era a vergonha na recepção. Foi um pouco bagunçado por parte dos atendentes, mas até mais tranquilo do que eu esperava e, finalmente, a porta do elevador se abriu e lá estava ela: de calça jeans e blusinha branca, nos recepcionando com um sorriso calmo e lindo.

julia-05-bjbeijoMinha primeira impressão dela foi ótima.

Meu marido logo quis quebrar o clima dizendo do meu nervosismo, mas isso só me deixou mais nervosa! Hahaha. Ela sabia que era minha primeira vez com uma mulher nosso primeiro ménage, eu e ele já tínhamos falado isso pra ela. Ao entrar no flat meu marido foi ao banheiro, como combinamos anteriormente, e eu sentei no sofá para conversar. É isso mesmo, conversar, rs. Ela perguntou se éramos casados ou namorados, quanto tempos estávamos juntos, se eu nunca tinha beijado nem mesmo uma amiga… e logo ele sai do banheiro.

A tensão estava MUITO grande. Ainda era TENSÃO da minha parte, não TESÃO. Eu quase chegava a tremer.

Mas ela, ao perceber tudo isso, se levantou, nos convidou pra ir para a cama e disse que tiraria a calça jeans… estava começando! Logo tirei também a minha roupa, ficando como ela só de lingerie e quando menos esperei nos beijávamos.

“Ahhh, sim, esperava bastante essa parte, e foi deliciosa demais! Seu rosto pequeno, que eu envolvia com as mãos de forma desajeitada, seus lábios delicados e tão macios e um ritmo tão sedutor de beijo… consigo sentir só ao escrever…”

Ela tirou meu sutiã, eu o dela e nessa hora tinha certeza que meu marido estava morrendo nos olhando!!!!

Depois de pouco tempo nesse beijo ela me disse baixinho: vamos tirar a roupa dele… e então o chamamos.

Nessa hora aconteceu o primeiro, esperado e delicioso beijo triplo. Como descrever duas línguas correndo pela sua boca ao mesmo tempo? Algo novo, pra mim e pra ele, tão bem aproveitado. Pareceu que já tínhamos feito antes, nós 3, juntos…

O deitamos na cama, só de cueca, depois tiramos sua cueca e o chupamos, juntas, sincronizadas, deliciosamente. Parávamos, às vezes, para nos beijar e para que eu garantisse que ele estava olhando, porque queria que admirasse tudo que acontecia.

Se já gosto de chupá-lo sozinha, sentir cada pedacinho do seu pau delicioso, fazer isso sentindo uma outra boca encostar na minha me fez delirar…

O próximo passo me deixou deitada na cama. Ela por cima me beijava docemente, de uma forma delicada e inesquecível. Meu marido aproveitou para provar a bucetinha dela, antes que os dois descessem para me chupar. Sim, a primeira vez que sentia o prazer pela boca de uma mulher. E como foi, foi… incrível! E como é difícil achar palavras que expliquem melhor tudo isso.

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Nesse momento a Julia era a única que ainda não tinha sido chupada e, ao convite do meu marido, desci e a chupei. Sem vergonha, sem titubear, enquanto ela chupava mais uma vez o pau do meu marido.

Me entreguei no novo sabor, nas novas texturas, na nova forma. Explorei cada pedacinho, fui do suave ao forte e a cada reação positiva que vinha por gemidos mais altos dela, investia mais e mais no que estava fazendo. Ficaria ali o resto da tarde…

Não dá pra negar que as trocas de posições eram um pouco truncadas, não sabíamos muito bem o que viria em seguida. Depois que todo mundo já tinha se deliciado com as bocas, rs, foi a hora de meu marido deitar e eu montar nele, enquanto a Julia sentava na sua cara. Era difícil me concentrar em uma só coisa quando queria aproveitar o todo: estava sendo comida pelo meu marido, enquanto ele chupava uma gostosa e ela me beijava e chupava meus peitos.

Como não amar?

“Em seguida era a vez dela, que ficou de 4 sem ninguém pedir. Ahh, meu marido ama essa posição e logo já estava dentro dela. Eu olhava, e como gostei de olhar os dois, quando ela me disse: deixa eu te chupar! E lá fui eu, novamente, sentir a língua dela em mim, olhando meu marido a comendo… cena que não sai da memória, e nem quero que saia.”

Meu olhar de incentivo para que ele aproveitasse o momento foi o que o deixou gozar e o primeiro ato tinha acabado de forma espetacular.

ATO 2

Só nós duas na cama, conversávamos como velhas amigas, enquanto meu marido estava no banheiro. Ela perguntou como nós chegamos nela, como decidimos o ménage… e logo meu marido se juntou a nós. Sim, conversamos nós 3, nus na cama, por alguns bons minutos até que a realidade voltou a tona e descobrimos que tínhamos pouco tempo até o fim da nossa hora.

Pouco, mas suficiente para mais brincadeiras…

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Resolvi que a única coisa que estava proibida no nosso ménage tinha acabado de ser liberada:

Convidei meu marido a deitar no meio e abraçar uma de cada lado. Sim, algo simples e proibido anteriormente, porque para mim era um carinho exclusivo meu… que boba!

Realizei mais um desejo do meu homem e me senti muito, muito bem por isso!

Depois foi a vez de eu ficar no meio: ela passava a mão em mim, chupava meu peito, enquanto émeu marido brincava com o dedo na minha bucetinha.

Essa, verdadeiramente, foi minha hora de maior prazer: estava entregue aos dois, me sentindo maravilhosa, explodindo de prazer, realizada.

Passado o momento “chamego”, tínhamos que correr e para surpresa e realização maior dele eu disse que queria chupar a bucetinha dela de novo. Assim, ela ficou meio de ladinho e lá fui

eu novamente, ainda descobrindo tudo o que ela tinha a me oferecer, enquanto ela novamente o chupava e beijava.

Hora ou outra eu olhava pra cima e nossos olhares, meu e dele, se encontravam. Muito tesão e muita cumplicidade no ar.

Para terminar, meu marido queria me comer e disse isso em alto e bom som. Mas, não, minha resposta surpreendeu, positivamente, os dois: come ela, eu você tem em casa! E assim, ele deitou e dessa vez invertemos as posições, com ela sendo comida e eu chupada pelo meu marido. Duas sortudas demais, posso garantir.

Nesse momento eu e ela trocávamos diversos carinhos, beijos, abraços. Sei que estou repetitiva, mas foi incrível, incrível! Me sinti tão íntima, tão próxima dela, como amigas… que não têm vergonha de compartilhar o prazer.

Passado um tempinho eu resolvi sair de cima dele e olhar a transa por trás, enquanto lambia desde o saco dele até o final da bunda maravilhosa dela! Delicioso demais! Voltei para beijar meu marido até ele gozar novamente com ela antes do nosso tempo acabar.

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Eu e ele tomamos um banho rápido, nos despedimos dela com um beijo na bochecha e saímos do flat como se flutuássemos. O mundo seguia girando na mesma velocidade, mas nós nunca mais seríamos os mesmos!

Em casa, nesse mesmo dia, transamos mais duas vezes relembrando a Julia, relembrando nós três. Viu, eu estava certa ao deixá-lo comê-la mais uma vez… ele me tem sempre que quiser!

ATO 3

Devo ter esquecido de relatar muitos outros beijos triplos (certeza que teve pelo menos mais um), amassos e até mesmo uma hora que a chupei de 4 (não consigo encaixar nesse roteiro! hehehehe) do nosso primeiro menage. É difícil organizar tudo na cabeça, mesmo quando o assunto entre eu e ele não muda desde esse dia. Mas, o que não posso deixar de dizer é: nada se compara ao casal que nos tornamos depois do nosso ménage.

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Muito mais que amor e respeito. Muito mais que cumplicidade. Não existe como definir o que somos agora. Temos a certeza da dupla perfeita que somos. Plenitude talvez seja poético demais, mas é o mais perto que chego para explicar o que sentimos.

Mais um ménage? Um não, vários, COM CERTEZA.

Não foi uma experiência, se tornou parte do que somos como marido e mulher.

A GP

Não posso deixar de elogiar e recomendar a nossa belíssima Julia Faria (Twitter: @JuliaFariaGP). Minha primeira mulher, e nossa primeira mulher, não poderia ter sido melhor escolhida.

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About The Author

Uma garota que já foi certinha e convencional, mas que hoje ama experimentar coisas novas e absurdamente obscenas, não sabendo mais o limite das próprias taras, desejos e coragem, explorando tudo com o apoio do amor de sua vida, amigo e companheiro para todas as horas.

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